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Amanda Massaro é atriz, palhaça, improvisadora e arte-educadora. Graduada em Licenciatura em Arte – Teatro pela UNESP e formada pela Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria, desenvolve uma trajetória marcada pela pesquisa da comicidade, da improvisação e do teatro popular, com forte atuação no campo da arte-educação. Integrou o grupo de estudos “Palhaço Interventor”, também dos Doutores da Alegria, realizando visitas hospitalares como parte do elenco. Ao longo de sua formação, participou de cursos com artistas como Tiche Viana, Cida Almeida, Sofia Papo, Fernando Neves, Ian Sofreddini, Cristina Fagundes e Rhena de Faria, além de estudar interpretação para o audiovisual com profissionais como Mariana Loureiro, Estrela Straus, Tomás Rezende, Amanda Gabriel e Ivana Chubbuck.

Sua atuação artística se concentra principalmente no teatro infantojuvenil, com destaque para os espetáculos Água, da Próxima Companhia (dir. Cida Almeida); Enfim Sãos, com direção de Thais Ferrara e Roberta Calza (Doutores da Alegria); TV Sem Controle, Merlim, Arthur e o Bobo (dir. Cida Almeida), Par de Duas (dir. Lilian Moraes) e O Pequeno Circo das Atrapalhadas (dir. Fernando Neves), todos com a Cia. Asfalto de Poesia; além de Quem Matou o Leão, de Maria Clara Machado (dir. Susana Ribeiro e Sérgio Maciel); e os espetáculos de improvisação Jogo da Cena e Imprópria, com direção de Ian Sofreddini.

 

Na área da arte-educação, lecionou Teatro Físico e Teatro para Desinibição na Escola Nacional de Teatro de Santo André (SP) e atuou como artista-orientadora de Teatro e Circo no Programa Vocacional da Prefeitura de São Paulo. Atualmente, Amanda integra o coletivo Cena e a Cia. Asfalto de Poesia, atuando como atriz, palhaça e produtora, em um trabalho que articula criação cênica, humor, escuta e diálogo com o público.

Marcela Sampaio é arte-educadora, atriz, preparadora corporal e produtora cultural. Formada em Educação Física pela USCS e pós-graduada em Arte-Educação pela USP (Maria Antonia) e em Técnica Klauss Vianna pela PUC-SP, também possui formações complementares em Anatomia Aplicada às Atividades Circenses (Santa Casa), Constelação Familiar, Terapias Integrativas e Programação Neurolinguística. Estudou pedagogias corporais e teatrais com nomes como Cida Almeida, Tiche Vianna, Ésio Magalhães, Antonio Nóbrega e Christina Trevisan, além de aprofundar sua pesquisa no trabalho de Rudolf Laban.

Desde 2000, Marcela Sampaio atua como orientadora de teatro, com foco em arte-educação inclusiva, especialmente para pessoas com deficiências múltiplas. Lecionou na Escola Nacional de Teatro, no programa MEDIOTEC, na Fábrica de Cultura Heliópolis e na Faculdade da Terceira Idade do Colégio Pentágono, além de integrar por 14 anos o projeto “Viva Arte Viva”, em São Caetano do Sul. Suas aulas abrangem expressão corporal, improvisação e jogos teatrais.

 

Como preparadora corporal, atuou no espetáculo IEPE (Fundação das Artes), com texto de Luis Alberto de Abreu e direção de Pedro Alcântara. No palco, integrou os elencos de Cabelos ao Vento (dir. Kleber Di Lazzare), O Martelo das Bruxas (dir. Cida Almeida e Sophia Papo) e foi assistente de direção e produtora em Mauá–Pirituba: O Expresso das Contradições, premiado pelo Mapa Cultural Paulista e pela FUNARTE. Participou da criação da VideoMusiComédia Aipod, com direção de Edu Berton, e integra as companhias Asfalto de Poesia, TrupeCali e Navega Jangada.

Maria Silvia do Nascimento é Mestra e Licenciada em Artes pela UNESP, com intercâmbio pela Université Charles de Gaulle – Lille 3, e graduada em Administração pela USP. Atriz formada pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul (2007), é também coautora do livro “Tubinho: o teatro no circo” (Paco Editorial, 2019), além de autora de diversos artigos acadêmicos. Estudou máscaras e arte da palhaçada com nomes como Mário Bolognesi, Ricardo Puccetti (LUME), Ivanildo Piccoli, Fabiana Mello e Souza (Théâtre du Soleil), Tiche Viana, Ésio Magalhães, Leo Bassi, La Mínima, entre outros. Tem experiência em improvisação (com Ian Sofredini), performance e narrativas pessoais (com Ana Cristina Colla – LUME), e direção teatral (com Luis Fernando Marques – Lubi).

É integrante da Cia. Asfalto de Poesia, onde atuou na criação de espetáculos como “TV sem Controle”, “O martelo das bruxas”, “Eu transito”, “Merlim, Arthur e o Bobo”, “Par de duas”, “Poeira das Estrelas” e “Atrapalhadas”, além de diversas intervenções e contações de histórias. Participou como atriz de produções como “Água”, “Sigmundo” (Clã – Estúdio das Artes Cômicas), “Desterro” (Zózima Trupe), “Cabaré das Palhaças” (Teatro da Mafalda), “Sete contra Tebas” (Próxima Cia) e do projeto “Operação de Riso” como doutora besteirologista. É criadora do espetáculo “Memórias de Perséfone”, contemplado pelo ProAC (2020). Dirigiu os espetáculos “Treinalhaço” (Coletivo Menelão), “Histeria sem fim” (stand-up de Paula Simões), além de montagens do Coral UNIFESP e CoralUSP, como “5 olhares sobre Lenine” (2016 e 2025), “Trivias” (2020-2021), “Miltons d’Elis” (2023) e “Divas” (2025).

 

Maria Silvia também atua como educadora, diretora e orientadora de grupos de teatro em instituições como ENT – Santo André, Oficinas Culturais do Estado de SP, UNESP (Grupo de Estudos de Máscaras e Palhaçaria), Projeto Ademar Guerra, Programa Vocacional de Teatro da SMC-SP e Coral FEA-USP. Foi coordenadora de pesquisa do programa Sou de Circo, no Centro de Memória do Circo (2018-2020), além de produtora de projetos culturais com foco em responsabilidade social corporativa, como o Projeto Cachorro Louco (ProAC – 2019). É parecerista de projetos culturais e dá vida — ou talvez receba vida de volta — à palhaça Clowndette Maria!

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